terça-feira, 18 de janeiro de 2011
II
são quase 3 da manhã e estou aqui a pensar, não satisfeito com apenas os pensamentos, hoje eu decidi escrever. eu não sabia oque escrever no começo, e nem sei ao certo oque estou fazendo. está me parecendo uma postagem para meu blog, que anda muito abandonado, mas podemos ver isso como parte de um livro, sendo escrito em primeira pessoa, assim como quando lemos algum livro/conto que segue o modo como o qual J.D. Salinger escreveu O Apanhador no Campo de Centeio, que é, não sei como, um dos livros que eu mais gostei de ter lido, provavelmente se eu eu fizesse um top 10 livros que eu já li eu o colocaria nele. Fico pensando nisso as vezes, sobre porque eu gosto dele. Talvez a história, ou o modo como é contada, ou como o livro foi escrito, ou alguma identificação que eu tenha tido com o personagem ou com alguma passagem do livro. Não sei, mas que é um ótimo livro, é. Vendo esse ponto de vista, de que esse poderia ser trecho de um livro, isso me lembra do quanto eu sempre quis escrever um livro. Já falei sobre isso para algumas pessoas as quais eu converso mais, não que eu seja uma pessoa muito comunicativa, mas alguns sabem desse desejo meu, o qual eu sempre perco algum tempo pensando como seria se eu fosse um escritor. Mas escritor de que? não sei que tipo e livro eu escreveria, qual seria o tipo de história que eu contaria ou sobre qual assunto específico eu poderia desenvolver um texto que me rendesse um livro. Já quis escrever sobre varias coisas que me acontecem diariamente. Pensei em escrever sobre uma noite a qual eu me diverti muito com meus amigos e ela parecia não ter fim. Outra vez pensei em escrever sobre o quanto bom é ouvir a chuva. Gosto quando fico admirando pequenos momentos e detalhes cotidianos os quais são tão belos que chegam a passar desapercebidos por nossos olhos e mentes que estão presos na nostalgia de nossas rotinas, de nossas vidas.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário